Quando Egito joga na Copa do Mundo 2026?
- seg., 15 de jun. — Bélgica x Egito — Seattle Stadium, Seattle · Grupo G · 16:00 BRT
- dom., 21 de jun. — Nova Zelândia x Egito — BC Place Vancouver, Vancouver · Grupo G · 22:00 BRT
- sáb., 27 de jun. — Egito x Irã — Seattle Stadium, Seattle · Grupo G · 00:00 BRT
Horários dos jogos de Egito na Copa do Mundo 2026
Todos os horários de início dos jogos de Egito aparecem no seu fuso horário local, detectado automaticamente pelo seu navegador. Egito disputa os jogos da fase de grupos em Seattle e Vancouver. Use o seletor de fuso horário acima para converter os horários para horário de Brasília, hora de Lisboa ou qualquer outro fuso. Defina os seus horários disponíveis para ver quais jogos de Egito cabem na sua agenda. Para a tabela completa, volte à página principal ou baixe a tabela imprimível.
Egito na Copa do Mundo 2026
O Egito é um dos grandes enigmas do futebol. Heptacampeão da Copa Africana das Nações, a nação mais bem-sucedida da história do futebol africano, e ainda assim seu retrospecto em Copas do Mundo beira o constrangedor. Três participações em 90 anos, zero vitórias, zero gols em jogada normal nas finais. A desconexão entre dominância continental e futilidade global é estonteante, e este elenco tem o talento para finalmente mudar isso. A história faz leitura dolorosa. A primeira Copa egípcia foi em 1934, uma das únicas três nações africanas ou asiáticas a competir antes da guerra. Não voltaram até 1990, onde empataram com Holanda e Irlanda mas perderam para a Inglaterra.
Em 2018, Mohamed Salah chegou machucado e o Egito saiu sem vitória apesar de sua presença. O padrão é sempre o mesmo: chegar com esperança, sair com nada. As eliminatórias foram sólidas. Passaram invictos pelo grupo africano com oito vitórias e dois empates, parecendo organizados e perigosos do início ao fim. O técnico Hossam Hassan é lenda nacional que marcou 69 gols pelo país e jogou na Copa de 1990. Entende o peso das expectativas egípcias e montou um time que equilibra estrutura defensiva com a capacidade de machucar adversários em transição.
Mohamed Salah não precisa de apresentação. É um dos melhores jogadores de sua geração, e esta provavelmente será sua última Copa do Mundo. A motivação para entregar pelo menos um momento icônico no maior palco vai conduzi-lo. Ao lado dele, Omar Marmoush, do Manchester City, dá ao Egito poder de fogo de ataque genuinamente duplo. Os dias de Salah carregando o time sozinho acabaram, e os coadjuvantes melhoraram genuinamente desde 2018. O Grupo G com Bélgica, Irã e Nova Zelândia é navegável.
O Egito tem qualidade para terminar em segundo atrás da Bélgica, e o terceiro lugar deve ser mínimo. A estreia contra a Bélgica provavelmente vai determinar a forma do grupo, com resultado ali potencialmente preparando o Egito para classificação confortável. A partida contra a Nova Zelândia é onde não podem dar bola, e o jogo contra o Irã pode ser apertado e tático. Quebrar o jejum em Copa, vencer a primeira partida na história do torneio, é o objetivo primário. Soa modesto para uma nação de mais de 100 milhões de habitantes com sete títulos continentais, mas o peso desse retrospecto sem vitórias precisa ser levantado antes que possam pensar em ambições maiores. Se Salah estiver pronto e ligado, se Marmoush entregar a promessa e se a estrutura defensiva segurar, o Egito pode chegar ao mata-mata pela primeira vez. Seria conquista genuinamente histórica para um país que espera 90 anos por uma vitória de Copa.