- qua., 17 de jun. — Inglaterra x Croácia — Dallas Stadium, Dallas · Grupo L · 17:00 BRT
- ter., 23 de jun. — Inglaterra x Gana — Boston Stadium, Boston · Grupo L · 17:00 BRT
- sáb., 27 de jun. — Panamá x Inglaterra — New York/New Jersey Stadium, New York · Grupo L · 18:00 BRT
Horários dos jogos de Inglaterra na Copa do Mundo 2026
Todos os horários de início dos jogos de Inglaterra aparecem no seu fuso horário local, detectado automaticamente pelo seu navegador. Inglaterra disputa os jogos da fase de grupos em Dallas, Boston e Nova York. Use o seletor de fuso horário acima para converter os horários para horário de Brasília, hora de Lisboa ou qualquer outro fuso. Defina os seus horários disponíveis para ver quais jogos de Inglaterra cabem na sua agenda. Para a tabela completa, volte à página principal ou baixe a tabela imprimível.
Inglaterra na Copa do Mundo 2026
A Inglaterra virou candidata genuína após décadas de sub-rendimento, alcançando duas das três últimas finais de torneios grandes. Perderam a Eurocopa 2024 para a Espanha e a Eurocopa 2020 (adiada) para a Itália nos pênaltis, estabelecendo um padrão de chegar agonizantemente perto sem nunca terminar o serviço. Sob Thomas Tuchel, a missão é simples: transformar esses quase-feitos em primeira Copa do Mundo desde 1966. O retrospecto inglês em Copas é história de um triunfo e 60 anos tentando repetir. A vitória de 1966 em casa segue como a referência, e cada torneio subsequente é medido contra ela.
Semifinais em 1990 e 2018 representam as únicas outras corridas profundas, embora a era recente sob Gareth Southgate e agora Tuchel tenha sido de longe o período de mais sucesso consistente da história moderna do time. Duas finais grandes em três torneios é retrospecto que satisfaria a maior parte das nações. As eliminatórias foram impecáveis. Oito vitórias em oito jogos sem sofrer um gol. Esse retrospecto defensivo, mais do que qualquer coisa, fala da melhora que Tuchel fez desde que assumiu. O treinador campeão da Champions quer que a Inglaterra jogue um jogo dinâmico, físico, que aproveite a intensidade da Premier League. A identidade tática é mais clara do que tem sido em anos, com estrutura que permite ao talento ofensivo abundante se expressar dentro de um arcabouço disciplinado.
Harry Kane é o artilheiro absoluto da seleção com 78 gols e está jogando o melhor futebol da carreira no Bayern de Munique. Atrás dele, a constrangedora abundância de meias ofensivos é a inveja do torneio. Jude Bellingham, Phil Foden, Cole Palmer, Bukayo Saka e vários outros entrariam em quase qualquer seleção. A dor de cabeça de seleção é real, mas é o tipo de problema que todo técnico quer. A capacidade de Tuchel de gerenciar esses egos e expectativas vai ser testada.
O Grupo L empareja-os com Croácia, Gana e Panamá. A estreia contra a Croácia é reedição da semifinal de 2018 e será tensa, apertada e taticamente fascinante. Luka Modrić conduzindo o jogo contra o meio-campo inglês é futebol de bilheteria. Gana tem talento ofensivo genuíno, e o Panamá vai tornar a vida fisicamente desconfortável. A Inglaterra deve avançar com folga, mas já foi pega em fases de grupo antes. A expectativa é semifinal no mínimo, com qualquer coisa abaixo das quartas considerada fracasso. A pergunta real, a que assombra o futebol inglês há décadas, é se esta geração consegue vencer o troféu quando importa. O talento está ali. O comando técnico está ali. A experiência de duas finais está ali. O que faltou foi aquele empurrão final, a capacidade de fechar a partida mais grande de todas. Se Tuchel achar isso para a Inglaterra, será imortalizado. Se não conseguir, a conversa sobre o que deu errado vai consumir o país por mais quatro anos.