Domingo, 19 de julho de 2026

Final da Copa do Mundo 2026 — Horário e onde assistir

MetLife Stadium · Nova York/Nova Jersey · A 23.a final da Copa do Mundo

Que horas é a final da Copa do Mundo 2026?

A final da Copa do Mundo 2026 começa às 16h00 de Brasília no domingo, 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium em Nova York/Nova Jersey. Abaixo, os horários convertidos para os principais mercados lusófonos e mundiais.

Região Horário local Cidades
Brasília (BRT)16:00São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília
Manaus (AMT)15:00Manaus, Cuiabá
Acre (ACT)14:00Rio Branco
Portugal continental (WEST)20:00Lisboa, Porto, Coimbra
Açores (AZOT)19:00Ponta Delgada
Angola / Cabo Verde (WAT)20:00Luanda, Praia
Moçambique (CAT)21:00Maputo
EUA Leste (ET)15:00Nova York, Miami, Atlanta
EUA Oeste (PT)12:00Los Angeles, San Francisco, Seattle
Argentina (ART)16:00Buenos Aires
Reino Unido (BST)20:00Londres, Edimburgo
Europa Central (CEST)21:00Paris, Berlim, Madri, Roma

Para o horário exato no seu fuso e a classificação de visibilidade da partida, use a tabela interativa: detecta seu fuso automaticamente e cobre mais de 400 cidades.

O estádio: MetLife Stadium

A final da Copa do Mundo 2026 será disputada no MetLife Stadium em East Rutherford, Nova Jersey, a cerca de 16 quilômetros a oeste de Manhattan. A capacidade do estádio para o torneio é de 82.500 lugares, fazendo dele a maior arena da competição. É a casa dos New York Giants e dos New York Jets na NFL e sediou o Super Bowl XLVIII em 2014. A final é a 8.ª e mais prestigiada partida do MetLife durante o torneio, depois do jogo de abertura da região Nova York/Nova Jersey e várias oitavas e quartas de final.

Como assistir à final no Brasil e em Portugal

No Brasil, a Globo transmite a final em TV aberta com narração de Galvão Bueno (provável); o SBT detém também direitos para transmissão em aberto. SporTV (canal pago) e GE TV (streaming) oferecem cobertura adicional. Em Portugal, RTP1 e SIC dividem os direitos das principais partidas, com a final disponível em sinal aberto. Em Angola, TPA1 transmite os jogos da Seleção e a final. Para a lista completa por país, consulte o nosso guia Onde Assistir.

100 dados para entender a final da Copa do Mundo

Última atualização: 4 de maio de 2026

De Montevidéu 1930 a Lusail 2022, a final criou recordes, lendas e polêmicas que ninguém esqueceu. Aqui estão os 100 dados essenciais antes de 19 de julho em East Rutherford, organizados em 9 blocos temáticos.

Audiência e transmissão

  1. ~5 bilhões de pessoas consumiram conteúdo da Copa do Mundo 2022 nas várias plataformas — cerca de 60% da humanidade.
  2. 1,4 bilhão assistiram pelo menos um minuto ao vivo da final 2022 Argentina–França; 571 milhões foi a audiência média durante os 120 minutos.
  3. Nos EUA, a final 2022 foi a transmissão masculina mais vista da história da TV em inglês (Fox + Telemundo: 25,78 milhões).
  4. Na TF1 francesa: 24,08 milhões de telespectadores e 81% de share — recorde absoluto na França.
  5. beIN MENA aberta: 242,8 milhões (68% dos adultos da região).
  6. A final 1966 Inglaterra–RFA, primeira em cores, foi vista por cerca de 200 milhões.
  7. A final 2010 Espanha–Holanda atingiu 909 milhões (auditoria completa).
  8. A final supera o Super Bowl em torno de 5 vezes em audiência média ao vivo.
  9. A final 2022 foi o maior evento esportivo já transmitido em streaming à época.
  10. O uso do app oficial durante a final 2022 superou os recordes anteriores em mais de 4 vezes.

Títulos e finais por nação

  1. O Brasil lidera com 5 títulos (1958, 1962, 1970, 1994, 2002) e é o único país presente em todas as 22 edições.
  2. Alemanha — 4 títulos (1954, 1974 como RFA, 1990 como RFA, 2014).
  3. Itália — 4 títulos (1934, 1938, 1982, 2006).
  4. Argentina — 3 títulos (1978, 1986, 2022).
  5. Só 8 seleções venceram — todas da Europa ou da América do Sul: Brasil, Alemanha, Itália, Argentina, Uruguai (2), França (2), Inglaterra (1), Espanha (1).
  6. A Alemanha disputou 8 finais (recorde), com 4 V–4 D.
  7. O Brasil tem o melhor aproveitamento: 5 títulos em 7 finais (~71%).
  8. A Argentina disputou 6 finais (3 V–3 D) e é a única seleção sul-americana campeã fora do continente (2022 no Catar).
  9. A Alemanha perdeu o maior número de finais — 4 (1966, 1982, 1986, 2002).
  10. A Europa soma 12 títulos contra 10 da América do Sul — nenhuma outra confederação venceu.
  11. Apenas duas seleções venceram Copas consecutivas: Itália (1934, 1938) e Brasil (1958, 1962). Ninguém mais conseguiu.

Gols, dramas e pênaltis

  1. Brasil 5–2 Suécia (1958): a final com mais gols da história (sete).
  2. Quatro finais com 6 gols: 1930 (Uruguai 4–2 Argentina), 1938 (Itália 4–2 Hungria), 2018 (França 4–2 Croácia), 2022 (França 3–3 Argentina, decidida nos pênaltis).
  3. Johan Neeskens marcou o gol mais rápido em uma final — pênalti aos 90 segundos em 1974, antes mesmo da RFA tocar na bola.
  4. Só dois hat-tricks em finais: Geoff Hurst (1966) e Kylian Mbappé (2022) — separados por 56 anos.
  5. Mbappé é o maior artilheiro de finais com 4 gols (1 em 2018, 3 em 2022).
  6. Quatro jogadores empatam em 3 gols em finais: Pelé, Vavá (Brasil), Geoff Hurst (Inglaterra), Zinedine Zidane (França).
  7. A final 1994 Brasil–Itália é a única 0–0 após 120 minutos — e a primeira decidida nos pênaltis.
  8. Três finais nos pênaltis: 1994 (Brasil/Itália), 2006 (Itália/França), 2022 (Argentina/França).
  9. As duas finais consecutivas da França (2018, 2022) somaram 9 gols — recorde em finais sucessivas.
  10. Pelé marcou em duas finais separadas por 12 anos (1958, 1970).
  11. O segundo gol de Hurst em 1966 (o "gol fantasma") só foi confirmado após consulta ao auxiliar azerbaijano Tofiq Bahramov. Análises modernas sugerem que a bola não cruzou totalmente a linha.
  12. O Estádio Nacional de Baku leva o nome de Bahramov — com estátua na entrada.
  13. O hat-trick de Hurst em 1966 é o único que cobre tempo regulamentar e prorrogação (18', 98', 120').
  14. Andrés Iniesta marcou o gol da vitória mais tardio em uma final — minuto 116, em 2010.
  15. Mario Götze marcou aos 113 minutos em 2014 entrando do banco. Só ele e Iniesta marcaram o gol decisivo de uma final como reservas.
  16. Ronaldo (R9) marcou os dois gols da final 2002 contra a Alemanha — redenção do colapso pré-jogo de 1998.
  17. A final 1958 segue sendo a única em que uma seleção marcou 5 ou mais gols: Brasil 5–2 Suécia. Pelé, com 17 anos, marcou dois.

Jogadores, capitães e famílias

  1. Pelé é o jogador mais jovem em uma final — 17 anos e 249 dias (1958).
  2. Dino Zoff é o mais velho em uma final — 40 anos e 133 dias (1982). Também é o campeão mundial mais velho da história.
  3. Pelé é o único com 3 medalhas de campeão mundial (1958, 1962, 1970).
  4. Lionel Messi é o capitão mais velho a levantar a taça, aos 35 anos (Argentina, 2022).
  5. Messi é o único jogador a marcar em todas as fases de mata-mata de uma única Copa (2022).
  6. Maradona e Messi são os únicos capitães argentinos a levantar a taça — 36 anos entre os dois (1986 → 2022).
  7. Lilian Thuram (campeão em 1998) e o filho Marcus Thuram em 2022: primeira dupla pai-filho a disputar uma final.
  8. Cesare Maldini (1962) e o filho Paolo (1994) — Paolo perdeu nos pênaltis como capitão depois de 0–0 nos 120 minutos.
  9. Bobby e Jack Charlton começaram juntos a final vencedora de 1966 pela Inglaterra.
  10. Luis Monti é o único jogador a disputar finais por dois países — Argentina em 1930 (perdida), Itália em 1934 (vencida) como oriundo.
  11. A Itália de 1934 tinha três outros argentinos além de Monti (Demaría, Orsi, Guaita) — a famosa política dos oriundi.

Treinadores e bancos de reservas

  1. Vittorio Pozzo (Itália) é o único técnico a vencer 2 Copas do Mundo — 1934 e 1938.
  2. Vicente del Bosque é o técnico mais velho campeão: 59 anos (Espanha, 2010).
  3. Alberto Suppici é o mais jovem campeão: 31 anos (Uruguai, 1930).
  4. Três homens venceram como jogador E como técnico: Mário Zagallo (Brasil — jogador 1958, 1962; técnico 1970), Franz Beckenbauer (RFA — jogador 1974; técnico 1990), Didier Deschamps (França — jogador 1998; técnico 2018).
  5. Carlos Alberto Parreira treinou 6 seleções diferentes em Copas — recorde absoluto.
  6. César Luis Menotti fumava cigarros no banco durante a final argentina vitoriosa de 1978 — visível na TV. Hoje seria impensável.
  7. Helmut Schön (RFA) é o único treinador a perder uma final e depois ganhar outra — perdeu em 1966 (Inglaterra) e venceu em 1974 (Holanda).
  8. A Inglaterra de Sir Alf Ramsey em 1966 é a única anfitriã que venceu todos os jogos sem derrotas.

Troféu e cerimônia

  1. O troféu Jules Rimet foi roubado quatro meses antes da final 1966 em Londres — encontrado sete dias depois por um cachorro chamado Pickles debaixo de uma cerca-viva.
  2. O dono do cachorro, David Corbett, recebeu £6.000 de recompensa (~£135.000 atuais). O extorsionário pegou dois anos de prisão.
  3. Após a final 1970, o topo de ouro do troféu se soltou durante as comemorações brasileiras. O reserva Davio o recuperou de um jovem espectador na saída do estádio.
  4. O Jules Rimet foi roubado para sempre em 1983 da sede da CBF. Provavelmente derretido. Nunca recuperado.
  5. O Estádio Centenário foi construído especificamente para a final 1930 — em homenagem ao centenário da Constituição uruguaia. Concluído poucos dias antes do torneio.
  6. A final 1930 foi disputada com duas bolas diferentes — a Argentina forneceu a sua no primeiro tempo, o Uruguai no segundo. Argentina vencia 2–1 no intervalo; o Uruguai marcou 3 gols seguidos com a sua bola para vencer 4–2.
  7. A final 1934 foi disputada no Stadio Nazionale PNF de Roma — construído sob Mussolini, com iconografia fascista por toda parte. Demolido em 1957.

Cartões e indisciplina

  1. A final 2010 Espanha–Holanda: 14 amarelos + 1 vermelho, recorde absoluto. O árbitro Howard Webb admitiu que poderia ter dado mais.
  2. Nove amarelos para os holandeses, cinco para os espanhóis.
  3. Só cinco jogadores foram expulsos em uma final: Pedro Monzón e Gustavo Dezotti (Argentina, 1990), Marcel Desailly (França, 1998), Zinedine Zidane (França, 2006), John Heitinga (Holanda, 2010).
  4. Pedro Monzón é o primeiro jogador expulso em uma final — minuto 65 de 1990 contra a RFA.
  5. A Argentina terminou a final 1990 com 9 jogadores — o menor número no encerramento de qualquer final.
  6. O vermelho de Zidane no minuto 110 de 2006 foi o último ato de sua carreira profissional. Ainda assim ganhou a Bola de Ouro do torneio.
  7. Marco Materazzi confirmou publicamente ter insultado a irmã de Zidane. Buffon disse "a culpa é minha" por avisar Materazzi para marcar Zidane.
  8. O único gol da final 1990 (RFA–Argentina) foi um pênalti polêmico de Andreas Brehme — os replays mostraram contato mínimo em Völler. Uma das decisões mais discutidas.

Estádios, público, ingressos e dinheiro

  1. A final 1986 no Estádio Azteca: 114.600 espectadores, recorde oficial de público em uma final.
  2. O jogo decisivo Brasil–Uruguai do Maracanã 1950 reuniu até 199.854 pessoas — o maior público em qualquer partida da Copa do Mundo.
  3. A final 1994 no Rose Bowl de Pasadena: 94.194 espectadores. A Copa de 1994 mantém o recorde de público total (3.587.538 em 52 jogos).
  4. A final 2022 no Estádio Lusail: 88.966 espectadores.
  5. O Estádio Azteca é o único a sediar duas finais (1970, 1986) — volta em 2026 como uma das sedes inaugurais.
  6. A final 1970 no Azteca foi disputada a 2.200 m de altitude — recorde absoluto. A Itália sofreu mais que o Brasil pela menor aclimatação.
  7. A final 1962 em Santiago: 520 m, 9 °C — o Brasil venceu a Tchecoslováquia 3–1 com camisas térmicas.
  8. A final 1966 em Wembley foi disputada num sábado (30 de julho). A maioria das finais modernas é aos domingos.
  9. A final 2022 no Lusail foi disputada em dezembro — única final fora do verão boreal por causa do calor catariano.
  10. Um ingresso para a final 1934 custava cerca de 3 dólares (≈ 73 atuais). O ingresso mais barato da final 2026 começa em 4.185 dólares.
  11. O prêmio do campeão saiu de £30.000 em 1966 para US$ 42 milhões em 2022 — multiplicado por cerca de 1.000 vezes. Estimativa 2026: ~US$ 50 milhões.
  12. A final 1970 foi a primeira transmitida ao vivo em cores nos principais mercados. A 1966 foi gravada em cores, mas a maioria assistiu em preto e branco.
  13. A final 1990 RFA–Argentina teve a pior audiência de TV entre as finais modernas — 1–0, dois vermelhos e pouco futebol.
  14. A final 1994 Brasil–Itália é estatisticamente a menos prolífica em 90 minutos — e a primeira decidida nos pênaltis. O pênalti perdido por Roberto Baggio virou imagem icônica.

O Maracanaço e os momentos culturais

  1. A Copa de 1950 não teve uma final oficial — foi um quadrangular final, no qual Brasil–Uruguai acabou sendo a partida decisiva. A única Copa decidida assim.
  2. O goleiro brasileiro Moacir Barbosa carregou a culpa pelo Maracanaço pelo resto da vida. Em 1993, 43 anos depois, foi proibido de entrar no centro de treinamento da Seleção: sua presença era considerada má sorte. Morreu sem recursos em 2000.
  3. Após a derrota de 1950, o Brasil abandonou o uniforme branco e adotou a icônica camisa amarela.
  4. O uruguaio Alcides Ghiggia marcou o gol da vitória aos 79 minutos. Sua frase célebre: "Apenas três pessoas silenciaram o Maracanã com um único gesto: Frank Sinatra, o papa João Paulo II e eu."
  5. O público oficial de 173.850 (extra-oficial perto de 210.000) faz com que o silêncio após o gol de Ghiggia seja "o mais ensurdecedor da história do futebol".
  6. A celebração do título de 2022 em Buenos Aires reuniu cerca de 5 milhões de pessoas — o maior aglomerado da história da cidade. O ônibus dos campeões ficou preso por horas e a delegação foi evacuada de helicóptero.
  7. O único gol em jogo aberto possível na final 1990 foi anulado por impedimento a Rudi Völler — ambas as seleções passaram 90+ minutos sem gols em jogo aberto.
  8. Pelé e Vavá são os únicos jogadores a marcar em duas finais em décadas diferentes.
  9. Em 1998, Zidane marcou os dois gols da final em cabeçadas em escanteio — mesmo tipo de gol, duas vezes, contra a defesa do Brasil.
  10. A final 2002 foi a primeira da era moderna decidida por um jogador marcando duas vezes (Ronaldo R9 contra a Alemanha).
  11. Seis seleções anfitriãs venceram em casa: Uruguai (1930), Itália (1934), Inglaterra (1966), RFA (1974), Argentina (1978), França (1998). Nenhum anfitrião venceu no século XXI.
  12. 2014 marcou a primeira vez que um mesmo continente venceu três Copas consecutivas — Itália (2006), Espanha (2010), Alemanha (2014). A Argentina 2022 quebrou a sequência — primeiro título sul-americano em 20 anos.
  13. A final inaugural de 1930: Uruguai 4–2 Argentina no Centenário. O francês Lucien Laurent marcou o primeiro gol da história das Copas (4–1 sobre o México).
  14. A celebração francesa de 1998 nos Campos Elísios reuniu cerca de 1,5 milhão de pessoas — maior aglomerado parisiense desde a libertação de 1944.

Para os 100 dados completos com infográficos (audiência, títulos por nação, cartões por final, evolução do preço do ingresso), veja a página em inglês.

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Perguntas frequentes

Que horas é a final da Copa do Mundo 2026?

16h00 de Brasília no domingo, 19 de julho de 2026. Em Lisboa: 20h00. Em Luanda: 20h00. Em Maputo: 21h00.

Onde a final será disputada?

No MetLife Stadium em East Rutherford, Nova Jersey (EUA), a cerca de 16 km a oeste de Manhattan. Capacidade do torneio: 82.500 lugares.

Como assistir à final no Brasil?

A Globo transmite em TV aberta. SporTV (TV paga) e GE TV (streaming) também terão cobertura. Verifique o nosso guia Onde Assistir para todos os detalhes.

Qual é o país com mais títulos da Copa do Mundo?

O Brasil, com 5 títulos (1958, 1962, 1970, 1994, 2002). Alemanha e Itália têm 4 cada. Argentina tem 3 (1978, 1986, 2022).