- dom., 14 de jun. — Holanda x Japão — Dallas Stadium, Dallas · Grupo F · 17:00 BRT
- sáb., 20 de jun. — Holanda x Suécia — Houston Stadium, Houston · Grupo F · 14:00 BRT
- qui., 25 de jun. — Tunísia x Holanda — Kansas City Stadium, Kansas City · Grupo F · 20:00 BRT
Horários dos jogos de Holanda na Copa do Mundo 2026
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Holanda na Copa do Mundo 2026
A Holanda é candidata ao título, não zebra. Três finais de Copa do Mundo, uma campanha eliminatória invicta e o elenco holandês mais forte em uma década. Uma safra de jogadores em meados dos vinte e poucos atingiu o auge ao mesmo tempo, e este time tem a qualidade, a profundidade e a maturidade tática para finalmente entregar o título que o futebol holandês anseia desde 1974. Total Football. Cruyff. A onda laranja. A contribuição holandesa para a cultura do futebol é enorme, e a história em Copas é recheada de momentos icônicos mesmo sem título. A final de 2010, em que perderam para a Espanha após uma exibição notoriamente agressiva, foi o quase-feito mais recente.
Desde lá, ficaram fora de dois torneios inteiros antes de voltar com terceiro lugar em 2014 e campanhas sólidas em 2022 e nas Eurocopas recentes. As eliminatórias foram tranquilas. Passaram invictos e lideraram um grupo europeu que continha a Polônia, vencendo com mistura de futebol de posse e transições rápidas que virou marca registrada do técnico Ronald Koeman. As atuações foram mais impressionantes do que os resultados às vezes sugeriam, com o trio do meio-campo ditando ritmo consistentemente. A preocupação é o ataque, onde um centroavante confiável tem sido elusivo.
O capitão e zagueiro do Liverpool Virgil van Dijk ancora a defesa e traz o tipo de experiência e autoridade que toda seleção precisa. As opções de meio-campo são excepcionais, com Ryan Gravenberch, Teun Koopmeiners e Tijjani Reijnders todos capazes de controlar partidas. Todos são portadores de bola em vez de armadores clássicos, o que dá ao time dinamismo único mas também pode levar a períodos pesados quando os pontas têm dia ruim. O Grupo F é tricky. O Japão é uma das melhores seleções da Ásia com ambições genuínas, a Suécia tem talento ofensivo sério em Alexander Isak e Viktor Gyökeres, e a Tunísia é defensivamente sólida.
A Holanda deve avançar, mas vai precisar suar. A partida contra o Japão pode ser um clássico camuflado entre dois lados tecnicamente dotados, e quem terminar em segundo terá caminho mais duro no mata-mata. Uma chegada à semifinal é a ambição realista, e dada a qualidade do elenco, mesmo uma final não está fora de questão. A era Koeman trouxe estabilidade após anos de troca-troca de comando, e o fato de tantos jogadores-chave estarem em pico simultaneamente é vantagem enorme. Se finalmente conseguem converter talento em título mundial é a pergunta que mais demora respostas no futebol. Esta geração tem chance de respondê-la, mas o peso da história é grande, e os torcedores holandeses já se machucaram antes.