Bandeira de Suécia

Quando Suécia joga na Copa do Mundo 2026?

Suécia · Em disputa · Grupo F · UEFA

Grupo F: Holanda · Japão · Suécia · Tunísia
Participações13ª Copa do Mundo
Melhor campanhaVice-campeã (1958)
TécnicoGraham Potter
DestaqueAlexander Isak, Viktor Gyökeres
EliminatóriasVitória no play-off europeu após classificação via Liga das Nações
Tranquilo
No limite
Difícil
Madrugada
Calendário dos jogos de Suécia — atualizado automaticamente quando a seleção avança no mata-mata

Horários dos jogos de Suécia na Copa do Mundo 2026

Todos os horários de início dos jogos de Suécia aparecem no seu fuso horário local, detectado automaticamente pelo seu navegador. Suécia disputa os jogos da fase de grupos em Monterrey, Houston e Dallas. Use o seletor de fuso horário acima para converter os horários para horário de Brasília, hora de Lisboa ou qualquer outro fuso. Defina os seus horários disponíveis para ver quais jogos de Suécia cabem na sua agenda. Para a tabela completa, volte à página principal ou baixe a tabela imprimível.

Suécia na Copa do Mundo 2026

A Suécia entrou neste torneio raspando, e a rota tomada faz a presença parecer quase acidental. Perderam todos os jogos da fase de grupos europeia, o que é genuinamente difícil de fazer, e tiveram que se apoiar na backdoor da Liga das Nações para sequer chegar aos play-offs. Chegar lá exigiu que outros resultados caíssem do céu, e de algum modo caíram. O ex-técnico de Chelsea e Brighton Graham Potter então conduziu o time pelas duas rodadas dos play-offs para completar uma das classificações mais improváveis em memória recente. A história sueca em Copas é rica. Chegaram à final em 1958 como anfitriões, perdendo para um Pelé adolescente e o Brasil, e ficaram em terceiro em 1994 com elenco que incluía Tomas Brolin e Martin Dahlin.

Mais recentemente, alcançaram as quartas em 2018 antes de perder para a Inglaterra. Mas esta é a primeira aparição desde aquele torneio, tendo perdido inteiramente 2022 após derrota nos play-offs para a Polônia. O programa vem em ciclo de boom and bust há anos. Potter agregou flexibilidade tática a um time que vinha rendendo abaixo do esperado. A pressão é mais organizada, as transições são mais afiadas e há uma identidade clara emergindo. As vitórias nos play-offs, embora não espetaculares, mostraram um time capaz de controlar partidas apertadas e aguentar pressão de eliminação.

Essa experiência pode ser inestimável na fase de grupos. A qualidade ofensiva é óbvia. Alexander Isak no Liverpool e Viktor Gyökeres no Sporting Lisboa são dois dos atacantes mais prolíficos do futebol europeu, e ter os dois disponíveis dá à Suécia ameaça de gol que poucas seleções conseguem igualar. Atrás deles, Hugo Larsson e Lucas Bergvall estão entre os meio-campistas jovens mais promissores da Europa. Os alas Daniel Svensson e Gabriel Gudmundsson dão amplitude e serviço. As peças estão ali.

O Grupo F é amplamente aberto. Holanda e Japão são fortes mas não invencíveis, e a Tunísia é defensivamente organizada. O poder de fogo ofensivo sueco significa que não podem ser descartados contra ninguém, e a inconsistência que assolou as eliminatórias pode pender com a mesma facilidade no outro sentido durante o torneio. Uma sequência quente de Isak ou Gyökeres muda tudo. Chegar ao mata-mata validaria a jornada caótica de classificação e provaria que a contratação de Potter não foi só desespero. Uma corrida até as oitavas seria torneio forte dado onde estavam seis meses atrás. O risco é óbvio: um time que perdeu todos os jogos das eliminatórias pode simplesmente não ser bom o bastante quando o nível sobe de novo. Mas o talento no ataque é inegável, e se a Suécia pegar fogo, pode ser a história da fase de grupos. É aposta, mas é uma aposta fascinante.