Bandeira de Colômbia

Quando Colômbia joga na Copa do Mundo 2026?

Colômbia · Zebra · Grupo K · CONMEBOL

Grupo K: Colômbia · Portugal · RD Congo · Uzbequistão
Participações7ª Copa do Mundo
Melhor campanhaQuartas de final (2014)
TécnicoNéstor Lorenzo
DestaqueLuis Díaz, James Rodríguez
Eliminatórias3º lugar nas eliminatórias sul-americanas, vice-campeã da Copa América 2024
Tranquilo
No limite
Difícil
Madrugada
Calendário dos jogos de Colômbia — atualizado automaticamente quando a seleção avança no mata-mata

Horários dos jogos de Colômbia na Copa do Mundo 2026

Todos os horários de início dos jogos de Colômbia aparecem no seu fuso horário local, detectado automaticamente pelo seu navegador. Colômbia disputa os jogos da fase de grupos em Cidade do México, Guadalajara e Miami. Use o seletor de fuso horário acima para converter os horários para horário de Brasília, hora de Lisboa ou qualquer outro fuso. Defina os seus horários disponíveis para ver quais jogos de Colômbia cabem na sua agenda. Para a tabela completa, volte à página principal ou baixe a tabela imprimível.

Colômbia na Copa do Mundo 2026

A Colômbia está de volta a uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 2018, e chegam com ambições legítimas de ir longe. A corrida à final da Copa América 2024, em que perderam para a Argentina, mostrou que este time compete com qualquer um no Hemisfério Ocidental. Sempre foram favoritos dos neutros, produzindo futebol atraente e personalidades grandes que tornam toda partida que disputam digna de ver. O retrospecto em Copas tem quartas em 2014, que segue como melhor atuação do país. Aquele torneio, com James Rodríguez ganhando a Chuteira de Ouro, capturou a imaginação do mundo do futebol.

As campanhas de 1990 e 1994 produziram momentos memoráveis também, embora 1994 seja tragicamente lembrada pelo assassinato de Andrés Escobar após marcar um gol contra. A relação entre Colômbia e Copa do Mundo é emocional, apaixonada e profundamente sentida. As eliminatórias foram montanha-russa. Terminaram em terceiro nas eliminatórias sul-americanas, o que parece sólido até saber da sequência de seis jogos sem vencer que quase descarrilou a campanha inteira. Em um ponto, a Colômbia parecia poder ficar de fora. Mas endireitaram o navio rumo ao final com resultados cruciais que garantiram a vaga, mostrando a resiliência mental que o técnico Néstor Lorenzo construiu no elenco.

Luis Díaz, antes do Liverpool e agora brilhando no Bayern de Munique, é a maior estrela do time e foi sensacional nas eliminatórias com sete gols, incluindo um esforço solitário contra a Argentina que foi pura arte. James Rodríguez vai capitanear o time no que provavelmente é sua última Copa do Mundo, trazendo a experiência e a visão criativa que definiram os melhores momentos da Colômbia no palco global. A mistura da astúcia de Rodríguez e da velocidade explosiva de Díaz lhes dá identidade ofensiva única.

O Grupo K com Portugal, RD Congo e Uzbequistão é vencível. A Colômbia deve esperar avançar, com a partida contra Portugal determinando quem termina em primeiro do grupo. Aquele confronto é genuíno embate de pesos pesados, recheado de talento ofensivo dos dois lados, e vai atrair enorme interesse neutro. RD Congo e Uzbequistão são batíveis mas não vão se entregar, e a Colômbia precisa evitar a inconsistência que assolou as eliminatórias. Uma chegada às quartas igualaria 2014 e satisfaria a maioria dos torcedores. Uma semifinal seria histórica. A corrida à final da Copa América provou que este elenco tem qualidade e mentalidade para competir na ponta de um torneio, e a química entre os jogadores é óbvia. Lorenzo enfrentou tempestades e emergiu com um time que acredita em si mesmo. O retorno da Colômbia à Copa após oito anos de ausência será uma das histórias bonitas do torneio, especialmente se jogarem com a fantasia e alegria que sempre foram sua marca.